ÁRVORE GENEALÓGICA
A CAMINHADA NO RASTRO DOS PASSOS DE FILINTO BASTO
Por Fernando Bastos Filho, filho de Fernando, neto de José, bisneto de Filinto.
A curiosidade é uma coisa engraçada. Nos motiva e nos cativa. Sempre fui curioso em saber das origens das minhas famílias, a paterna Caldeira e Bastos e a materna Soares e Carvalho. Mas não fui forte o suficiente para buscar estas origens no seu tempo devido. Principalmente por parte da minha bisavó materna – a querida vó Aninha, como a chamávamos. Apesar de muitas pesquisas, ainda não descobrimos sua real ascendência, fato que me deixou – e me deixa – muito triste. Talvez por isso, comecei a procurar informações para montar a Árvore Genealógica da Família Bastos, que começara no século 19 com o português João Justiniano Ferreira Bastos, vindo da Cabeceira dos Basto – sem S – para Feira de Santana. Era m eu tataravô. A união do filho de João, Filinto Justiniano Ferreira Bastos, com Carolina da Silva Rocha montou o tabuleiro. As primas Isadora e Maria Luiza e a pesquisadora Rita Trabuco foram peças-chave. O cheque mate foi o encontro com o primo Ninho Moraes, que estava começando a preparar um Romance Histórico sobre a vida e obra de Filinto Bastos. Ele de São Paulo, eu de Florianópolis, combinamos um encontro em Salvador. Com apoio logístico de Isadora – que participa da empreitada desde o inicio – fomos conhecer e visitar locais por onde Filinto Bastos tinha passado, tinha vivido, tinha trabalhado, tinha morado. Chegamos a caminhar 11 quilômetros por ruas e ladeiras.
Foi um dos melhores momentos que vivi.
Descobrir Salvador e descobrir a importância de Filinto Bastos para a Bahia e para o Brasil me deixam muito orgulhoso. Parabéns, Ninho, pelo trabalho incansável que estás fazendo. Fico feliz em poder te ajudar, nem que seja um pouco.
Com a colaboração de todos, vamos vivenciar, hoje, a vida do nosso querido bisavô Filinto Bastos.

